[GTER] Google se adianta à lei de privacidade e transfere DNS do Brasil

Rubens Kuhl rubensk at gmail.com
Mon Nov 4 10:33:01 -02 2013


2013/11/1 Ricardo Rodrigues <rcr.listas at ig.com.br>

> Gostaria de compartilhar alguns comentários com os colegas:
>
> 1. Geralmente o DNS da operadora/provedor é mais rápido que DNS externos e
> vai apontar para conteúdos mais próximos de você.
>

Exceto se você rodar um DNS seu na sua rede, que logo vai aprender uma boa
quantidade do que os clientes pesquisam e vai apontar para a mesma CDN.


>
> 2. Rodar seu próprio recursivo para uma rede muito pequena geralmente
> aumenta a latência devido ao baixo hit ratio.
>
>
Isso pode ser contornado com recursivo mais forward. O recursivo faz cache
mas ainda pergunta a alguém.
Mas precisa ser muuuuuito pequena a rede para isso.



> 3. O serviço de redirecionamento é útil para a grande maioria dos usuários,
> principalmente os leigos. É legítimo que alguém não queira o serviço,
> principalmente os usuários avançados. Para estes casos basta apontar para o
> DNS de opt-out provido pela própria operadora/provedor.
>

O serviço de redirecionamento quebra aplicações que dependem de resposta
NXDOMAIN, e é algo que espero podermos enquadrar como quebra de
neutralidade de rede tão logo o Marco Civil seja aprovado.


>
> 4. Verifique se o arquivo de entrada do namebench é realmente significativo
> para você, quantas consultas foram feitas e quais nomes foram consultados
> durante o teste. No meu caso ele fez menos de 250 consultas. É pouco.
> Outras opções são o dnsperf/resperf para Unix.


Eu publiquei outro dia aqui na GTER um script para pegar os sites mais
consultados por brasileiros segundo o Alexa. Ele gera um número bastante
significativo de consultas com namebench.


Rubens



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